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Italiani in Brasile: attese impossibili per il riconoscimento della cittadinanza italiana “iure sanguinis”

Avv. Vittorio De Rosas
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Italiani in Brasile: attese impossibili per il riconoscimento della cittadinanza italiana “iure sanguinis”

Molto difficile è la situazione per gli italiani in Brasile che chiedono il riconoscimento ufficiale della loro cittadinanza italiana “iure sanguinis”, cioé per discendenza diretta dai loro avi italiani che, in gran parte, tra la fine del 1800 e il 1960, emigrarono in Sud America.

Come noto, la procedura c.d. “amministrativa” di riconoscimento della cittadinanza “iure sanguinis” consta di due fasi: la fase preliminare e la fase istruttoria, ovvero
– una prima fase che, depositando apposita istanza, consente di entrare in una “coda virtuale”;
– una seconda fase in cui, con l’acquisizione dei documenti necessari, si procede all’istruzione vera e propria della richiesta.

Orbene, fonti ufficiali del Consolato Generale d’Italia a San Paolo del Brasile (attesa la pendenza di oltre duecentomila istanze) riportano che «SONO IN FASE DI CONVOCAZIONE I RICHIEDENTI INSERITI NELLA LISTA D’ATTESA DELL’ANNO 2007» e che le convocazioni per gli anni successivi (dal 2008 in poi) non avverranno prima del 2020.

In buona sostanza, solo per presentare i documenti e procedere con l’istruttoria vi è un’attesa di almeno dodici anni, a cui poi si dovranno sommare alcuni anni per la conclusione dell’iter amministrativo.

In questa situazione, non tutti sanno che, sussistendone i presupposti, è possibile richiedere ed ottenere il riconoscimento della cittadinanza italiana “ius sanguinis” facendone richiesta direttamente all’autorità giudiziaria italiana competente (cioé saltando la procedura amministrativa di cui innanzi) che, nel giro di circa due anni dalla iscrizione a ruolo della causa, può emettere una sentenza che accerti e dichiari il diritto dell’istante, con ogni conseguenza di legge.

È opportuno evidenziare che dette pratiche sono abbastanza complesse atteso che proprio la natura burocratica/amministrativa della controversia non è semplice.
Ed infatti, al fine di evitare errori, è necessario:
– ricostruire puntualmente l’albero genealogico a partire dall’antenato italiano, teso a dimostrare che questo non aveva rinunciato, a suo tempo, alla cittadinanza italiana;
– raccogliere numerosi documenti da reperire sia in Italia sia in Brasile, ma a volte anche in altri stati esteri, e poi tradurre, autenticare e rendere conformi gli stessi, secondo specifici criteri;
– che, inoltre, nella gran parte dei casi, ogni pratica presenta elementi soggettivi che escono dagli standard e necessitano di soluzioni specifiche.

Tanto comporta che la mera presentazione dei documenti pur indicati nelle circolari pubblicate sui siti governativi, in ossequio alla procedura di cui alla Legge italiana n.555 del 13 giugno 1912, può comportare lungaggini per difetto di presupposti necessari, ma non individuati.

Per quanto innanzi, è opportuno rivolgersi ad uno studio legale con competenze specifiche in materia.

L’organizzazione diDiritto si giova proprio di quelle competenze specifiche, all’uopo disponendo di un team di legali, italiani ed esteri (San Paolo del Brasile), in grado di fornire tutta l’assistenza e la consulenza necessaria per affrontare la richiesta dinanzi la Magistratura competente, al fine del riconoscimento, da parte dello Stato italiano, della cittadinanza “iure sanguinis” dei discendenti italiani in Brasile.

Tradução para o português:
Adv. Cristiano Molica

Italianos no Brasil: longos atrasos para o reconhecimento da cidadania italiana “iure sanguinis”

A situação é muito difícil para os italianos no Brasil que solicitam a reconhecimento oficial da cidadania italiana “iure sanguinis“, ou seja, descendentes diretos de seus ancestrais italianos que, em grande parte, entre o final de 1800 e 1960, emigraram para a América do Sul.

Como se sabe, o procedimento administrativo de reconhecimento de cidadania “iure sanguinis” consiste em duas fases: a fase preliminar e uma fase de instrução,
– na primeira fase em que, realizando um requerimento específico, permite entrar em uma “fila virtual”;
– uma segunda fase na qual com a disponibilidade dos documentos necessários, se avança com o real desenvolvimento do requerimento.

Pois bem, fontes oficiais do Consulado Geral da Itália em San Paulo (esperando o andamento de mais de duzentos mil requerimentos) relatam que «ESTÃO EM FASE DE CONVOCAÇÃO OS REQUERENTES INSERIDOS NA LISTA DE ESPERA DO ANO DE 2007» e que as convocações para os anos seguintes (a partir de 2008) não ocorrerá antes de 2020.

Substancialmente, apenas para apresentar os documentos e prosseguir com a investigação preliminar existe uma espera de pelo menos doze anos, aos quais terão que se adicionar alguns anos para a conclusão do processo administrativo.

Nesta situação, nem todos sabem que, dados os pré-requisitos, é possível solicitar e obter o reconhecimento da cidadania italiana “ius sanguinis”, fazendo um pedido diretamente à autoridade judicial italiana competente (ou seja, transpor o procedimento administrativo mencionado acima) que, acerca de dois anos depois do ajuizamento da ação, pode ser exarada Sentença que declare o direito da parte, com todas as consequências legais.

Vale ressaltar que estes procedimentos legais são bastante complexos, tendo em vista que a natureza burocrático/administrativa da questão não é corriqueira.
E, de fato, para evitar erros, é necessário:
– Reconstruir, detalhadamente, a árvore genealógica a partir de seus ancestrais italianos, com o intuito de demonstrar que estes, em seu tempo, não renunciaram a Cidadania italiana;
– Coletar inúmeros documentos na Itália e no Brasil, mas, também, em outros países e depois traduzir, autenticar e legalizar, de acordo com critérios específicos;
– Além disso, na maioria dos casos, todo procedimento tem elementos subjetivos que vão além dos padrões e exigem soluções específicas.

Tanto que a mera apresentação dos documentos, embora indicada em circulares publicadas em sites do governo italiano, de acordo com o procedimento referido na Lei Italiana nº 555, de 13 de junho de 1912, pode ocasionar improcedências judiciais por falta de pressupostos necessários não identificados na referida Lei.

Portanto, é aconselhável entrar em contato com um escritório de advocacia com habilidades específicas no tema.

A organização diDiritto possui essas habilidades específicas e com este objetivo, uma equipe de advogados italianos e estrangeiros que atuam em diversos países (no Brasil, em São Paulo), é capaz de fornecer toda a assistência e aconselhamento necessários para atender à solicitação junto ao Poder Judiciário Italiano, com o objetivo de reconhecimento, pelo Estado Italiano, da cidadania “iure sanguinis” para descendentes de italianos que se encontram no Brasil.


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